sábado, 30 de agosto de 2014

Contos de Largo em Largo

Mais uma noite onde a palavras é a rainha!



sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Contos de Largo em Largo

Dois grupos de contadores de mão cheia, o difícil vai ser escolher a freguesia!
Não falte!



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Contos de Largo em Largo

Continue connosco de Largo em Largo, hoje em...



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Contos de Largo em Largo

Decerto uma noite inesquecível, onde o conto e o canto se juntam para celebrar a palavra!



Um agradecimento especial ao Grupo Coral Serões de Aldeia, da Trindade.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Contos de Largo em Largo

Venha deliciar-se com estórias de todos os tempos em Albernôa e Santa Clara de Louredo!



sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Contos de Largo em Largo

E hoje damos o pontapé de saída nas noites de contos em...



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Contos de Largo em Largo

Não falte!
Esperamos por si!

E começa já amanhã...


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Palavras Andarilhas

As Palavras Andarilhas estão quase a chegar.

Esperamos por si!

Saiba mais em http://palavrasandarilhas.wordpress.com/

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Novidades

Já disponíveis na Biblioteca Andarilha, numa Paragem perto de si!












quinta-feira, 17 de julho de 2014

Verão no Alentejo



                                                                                       Fotos cedidas por Vitor Bezugo

Verão 

No verão
A brasa dourada e celeste
Queima este solo agreste
Doirando mais as espigas
Ceifeiros corpos curvados
Ceifando e atando em molhos
A benção loira da vida

Meu Alentejo
Enquanto isto se processa
O sol ferindo, sem pressa
Queima mais a tez bronzeada
O suor rasga a camisa
O homem queimado mais fica
E a vida é feita de brasa

O calor castiga os corpos
Os ceifeiros vão ceifando
Sem parar o seu labor
O seu cantar é dolente
É certo que é boa gente
Tem verdade, e tem mais cor!




quarta-feira, 9 de julho de 2014

A Mala das Coleções continua a encantar...

“Era uma vez uma melrita que tinha o seu ninho num carvalho. Acabara de ter cinco filhinhos e cantava muito contente:
Que contente estou, que contente estou.
Aos meus cinco melrinhos comida lhes dou!
Mas um certo dia passou por ali uma raposa que lhe disse... “



Depois da leitura da história vejam as nossas melritas!







segunda-feira, 30 de junho de 2014

Conversas Andarilhas

É já amanhã na Salvada.
Não falte! Contamos consigo!



sexta-feira, 27 de junho de 2014

Horário de Verão

É já a partir de 1 de julho que começamos com o horário de verão.

Esperamos a sua visita numa Paragem perto de si!




terça-feira, 17 de junho de 2014

Leituras na Andarilha

É sempre uma maravilha ter a Andarilha cheia de crianças que gostam de livros e leituras!!!




segunda-feira, 9 de junho de 2014

Num Corrupio à Roda da Saia!

O grupo de idosos da Cáritas de Beja aguarda calmamente pelas Conversas Andarilhas. A sala está cada vez mais cheia, cada vez há menos espaço para circular, a roda "redonda" alarga-se a cada sessão. Não pode crescer mais!
Hoje as conversas chegam em formato de “Corrupio”.

De dentro de um talego de pano tiro um livro, leio o título e pergunto: o que será um corrupio? O grupo responde:" é andar num corrupio, andar à pressa."
-Vamos olhar para a capa. Quais são as cores mais importantes desta capa? Vejam aqui uma moça com uma saia  vermelha. Que corrupio será este?

Esta história fala do desejo de uma moça. Leio: “Desde menina que Maria tinha um desejo: ter uma saia encarnada.”

Falamos sobre os desejos que tinham em jovens e inevitavelmente chegamos aos bailes, à passagem de criança para jovem e ao namoro. Voltamos à leitura do texto: “ (…) e foi ao mover o corpo num jeito de valsa que Maria percebeu que não era apenas uma saia encarnada.”

Os bailes são referidos como o lugar de encontro entre jovens, idosos, crianças e sobretudo o encontro da aldeia, uma festa que criava alegria e convívio entre as pessoas. Todos queriam estar bonitos para o baile, pois era onde as raparigas podiam mostrar as roupas, os penteados, mostrar o jeito com que acertavam o passo e a sua delicadeza na dança e onde os rapazes também cuidavam da sua aparência, do jeito de olhar para ser certeiro. Era ali que se começavam namoros. Depois do namoro no baile vinha o casamento... e depois a mulher punha o avental e pronto, acaba-se tudo! O rodar da saia mudava, não se dançava com a liberdade de criança e jovem, como antes. A aldeia parava o rodar da saia...

Continua no Diário de Bordo

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Moldura de sentimentos

Sessão de Leitura de Cueiros no Bairro da Esperança.

São 15 crianças de 2, 3 anos com dois anos de intervenção quinzenal. Coloquei na mala dois livros: Como te sentes? de Anthony Browne e Lobo Grande e Lobo Pequeno de Olivier Tallec.

Diz-me a intuição que é hora de começar a falar sobre o que vai por dentro, precisamos de falar do que somos, o que fazemos, dos nossos sentimentos, de como os exteriorizamos, como os lemos. Um livro pode ser um bom pretexto para esta descoberta.

Junto com a mala levamos também uma moldura de um quadro. Talvez consigamos retratar expressões e escolher a nossa melhor fotografia.

Continua no Diário de Bordo

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Quinta-feira de Ascensão


O Ramo

Quinta-feira, fui à espiga,
Fui pelo trigal em flor:
E não trouxe nenhum ramo,
Só pensei no meu amor.

Quinta-feira, fui à espiga,
E cheguei junto de ti,
trazendo nas mãos vazias
O ramo que não colhi.

Matilde Rosa Araújo
in O cantar da Tila


sexta-feira, 23 de maio de 2014

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ervas de Cheiro

A ideia foi da Lénia. Usar Ervas de cheiros e falar das memórias que os cheiros e as ervas nos acedem.
 Depois dos cumprimentos da praxe, a mala das coleções abriu-se cheia de canudos de papel de embrulho e dentro delas muitas ervas e meia dúzia de pequenos livros. Queriamos falar dos saberes em torno das ervas e chegar ao conto da Erva de Namorar do Breviário das Almas.
-Quem conhece essa erva? Para que serve? - Sabem outras: Barbas de milho para a bexiga, chá de cebola para a tosse. Erva Luísa, Lúcia Lima. Entram agora os poejos, os coentros, a descrição da açorda .

E a erva de namorar? Onde cresce. Servirá para que males. Desfiam-se hipóteses  e entramos na história. Extrapolam sobre o que poderá acontecer à rapariga que desafiando os saberes da mãe cheira a erva maldita. Acompanham bem o conto. Riem do desenlace, onde o ourives foge com a irmã da moça que cheirara a erva.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Helena Sacadura Cabral

Uma autora única, que enaltece os sentimentos, as emoções e os valores de cada um e mantém um olhar profundo sobre si e sobre o mundo que a rodeia.
Nestes livros, a autora partilha connosco essas mesmas sensações, bem como situações da sua vida pessoal e familiar.